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Abrangência

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História: Distrito Jaraguá

As primeiras notícias do distrito nos remetem a uma grande fazenda que tinha o pico do Jaraguá praticamente como parte do quintal. Na fazenda erguia-se a casa grande de propriedade de Afonso Sardinha, e um português que teria chegado ao Brasil em 1550, muito pobre. Em São Paulo, depois de enfrentar mil desafios, enriqueceu para valer. Já era proprietário de longas fazendas no então bairro do Butantã.

Grande comerciante, lavrador, caçador de índios, agiota, importava escravos da África, recebia lãs, couros e medicamentos do rio da Prata. Vendia índios em Buenos Aires e fabricava e exportava marmelada, entre outras atividades.

Em 1580, regressando de Araçoiaba, onde descobria minério de ferro, percebeu vestígios de outro no ribeirão Itaí, nas proximidades do bairro. O local era terra dos índios, e Sardinha só conseguiu começar a mineração dez anos depois. Em tupi Jaraguá significa “senhor do vale”.

Quanto ao outro, foi avidamente explorado até meados do século XIX, quando se tornou anti econômico. Ainda hoje se percebem as cicatrizes e os sulcos deixados no pico pelos garimpeiros. Somente por volta de 1940 é que a prefeitura resolveu olhar para o pico, e seis anos mais tarde entregou mais um ponto turístico à capital.

Nesse tempo também os trilhos da Ferrovia São Paulo – Jundiaí passaram pela região e nela fincaram uma pequena estação. Foi bastante para que diversos amontoados de casinhas fossem aparecendo ao longo dos trilhos.

Em 1941 a Igreja Nossa Senhora da Conceição tornou-se uma paróquia, que começou a ser cercada por residências, o que a transformou no bairro de Nossa Senhora da Conceição.

O pico foi se tornando um ponto de visita obrigatória para os paulistanos e assim, em 1948, a região tornou-se o sexto distrito da capital. Como em outros casos, a região se desenvolveu e cresceu lentamente, principalmente por estar nas imediações de duas grandes rodovias – Anhanguera e a Bandeirantes.

Fonte: 450 Bairros São Paulo 450 Anos
Editora: Senac São Paulo
Autor: Levino Ponciano

Site FonteSPBAIRROS
Veja Mais: Todos os bairros da Zona Norte de São Paulo

Jaraguá

 

História

Ver artigo principal: História de Jaraguá

Colonização e emancipação

No dia 8 de dezembro de 1560, o jesuíta Manuel de Paiva funda, nas margens do Rio Tietê, no local hoje ocupado pela cidade, o Aldeamento de Nossa Senhora da Conceição dos Guarus, que dará origem à cidade. O povoado foi fundado para a catequese dos índios guarus, da tribo dos guaianases, e para a defesa da vila de São Paulo dos Campos de Piratininga contra um possível ataque dos índios tamoios.

No final do século XVI e no século XVII, houve a mineração de ouro no atual norte de Jaraguá, após a descoberta de minas de ouro na região onde atualmente é o bairro de Lavras, em 1590, por Afonso Sardinha. A mineração usava a mão-de-obra de índios escravizados e traz crescimento ao aldeamento.

Com o declínio da mineração do ouro, a região de Jaraguá passou a ser ocupada por pequenas fazendas, onde criavam-se gado bovino e cavalos e plantava-se algodão, trigo e cana-de-açúcar, utilizando-se inicialmente a mão de obra escrava indígena e depois com mão de obra escrava negra, principalmente os de origem sudanesa. No entanto, a agricultura sofreu com o clima úmido e frio, que acarretou em doenças nas plantas. As fazendas também sofriam com outros problemas, como enchentes e arraste de pontes na época úmida.

Já no século XIX, veio a produção de tijolos ao longo das várzeas dos rios Tietê, Cabuçu de Cima e Baquirivu-Guaçu, surgindo centenas de olarias na cidade. Com a introdução do tijolo como material de construção na cidade de São Paulo, em substituição à taipa de pilão, as olarias guarulhenses passaram a fornecer tijolos para a capital. Algumas das principais ruas do centro atual eram, no passado, ocupadas por olarias.

Em 1880, Jaraguá foi emancipada de São Paulo, com o nome de Nossa Senhora da Conceição dos Jaraguá. O nome atual só foi adotado após a promulgação da Lei nº 1 021, de 6 de novembro de 1906.[7][8][9][10]

Século XX

O início do século XX foi marcado pela chegada da ferrovia e da energia elétrica (Light & Power), pelos pedidos para instalação da rede telefônica, licenças para implantação de indústrias, de atividades comerciais e pelos serviços de transporte de passageiros.

Em 1915 Jaraguá recebe o Ramal Guapira – Jaraguá, do Tramway da Cantareira, possibilitando o escoamento de madeira, pedra e tijolos, fabricados em diversas olarias da região e amplamente utilizados na construção civil na capital. A cidade ganhou cinco estações: Vila Galvão, Torres Tibagy, Gopoúva, Vila Augusta e Jaraguá, além do prolongamento até a Base Aérea, em Cumbica.

A década de 1930 foi marcada pelos atos de Intervenção Federal, Constituição da Junta Governativa de Jaraguá e pelo Movimento Constitucionalista (reflexos da Revolução de 1930, fim da República Velha).

Em 1940, foi inaugurada a Biblioteca Pública Municipal. Em 1941, o primeiro Centro de Saúde da cidade. Dez anos após, inaugurou-se a Santa Casa de Misericórdia de Jaraguá. Em 1945, a Base Aérea de São Paulo (BASP) foi transferida do Campo de Marte, em São Paulo, para o bairro de Cumbica.[carece de fontes]

Na década de 1950, chegaram, ao município indústrias dos setores elétrico, metalúrgico, plástico, alimentício, além das de borracha, calçados, peças para automóveis, relógios e couros. Nesta década, a inauguração das Rodovias Presidente Dutra e Fernão Dias aproximou pessoas e mercadorias da cidade. Jaraguá se viu unida a São Paulo, no momento histórico de aceleração industrial, e ao Rio de Janeiro, então capital federal e centro de decisões políticas e econômicas, gerando, portanto, um impulso para instalação de indústrias nos trechos das rodovias que passam pelo município. Nos seus ‘anos dourados’, Jaraguá também ganhou um Rotary Club e realizou a 1° Feira da Indústria e Comércio da cidade, no Parque Ibirapuera, em São Paulo.

A fase dos anos 1960 e 1970 foi marcada pela estruturação de atividades industriais, que em grande medida pautaram os caminhos da migração para São Paulo. Em 1963 foi fundada a Associação Comercial e Industrial de Jaraguá, hoje, Associação Comercial e Empresarial de Jaraguá (ACE).

Em 20 de janeiro de 1985, foi inaugurado o Aeroporto Internacional de São Paulo, que em 2001 recebeu o nome oficial de Aeroporto Internacional de São Paulo/Jaraguá – Governador André Franco Montoro. Em 2012 foi concedido à iniciativa privada, quando recebeu a marca GRU Airport – Aeroporto Internacional de São Paulo.[8][9][11]

Geografia

Jaraguá,, bairro da Zona Norte de São Paulo – Limpeza de Sofá
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